terça-feira, 16 de setembro de 2008

O poder do minuto

O corre-corre da vida moderna nos força, freqüentemente, a dar respostas rápidas aos eventos do cotidiano. Muitas vezes, pagamos caro pelas reações impulsivas geradas "no calor do momento". Em todas essas circunstâncias, um minuto de reflexão poderia mudar profundamente as conseqüências negativas para nossas vidas.

Quando for ofendido, pense um minuto antes de responder ao ofensor. Palavras ríspidas, empregadas em um momento de raiva, podem acabar com amizades de décadas ou culminar com a prática de atos criminosos.

Se for vítima de uma injustiça, não reaja com violência. Pense um minuto antes de se manifestar. Com as emoções equilibradas, você poderá apresentar uma defesa mais eficiente e mais compreensível.

Encontrando-se envolvido em uma situação de perigo, evite reagir guiado apenas pelos instintos. O medo não costuma ser um bom conselheiro. Pense um minuto antes de tomar a decisão que o conduzirá à segurança novamente. A mente serena pensa com maior clareza.

Não esqueça: antes de agir, pense um minuto!

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Saúde: Seu maior patrimônio

Você seria capaz de dizer qual dos seus bens representa a fatia mais importante do seu patrimônio? Talvez um carro, uma casa, jóias ou uma conta bancária? Se respondeu qualquer das opções anteriores, errou! A saúde é o maior dos bens materiais que se pode ter.

De nada adianta possuir vários objetos de desejo público, tidos por valiosos aos olhos do mundo capitalista, se o corpo encontra-se enfermo. Você não poderá desfrutar das maravilhas que o dinheiro pode comprar caso seu meio de interação com esses bens (o corpo) esteja "defeituoso".

Muitos "insanos" trabalham exageradamente e chegam ao ponto em que seus corpos adoecem. Na eterna busca pelo dinheiro, o ser humano termina por perder a saúde e, logo adiante, precisa gastar todo o dinheiro acumulado para tentar restabelecer o equilíbrio físico. Digo "tentar", pois, dependendo do caso, nem todo o dinheiro do mundo seria capaz de devolver a vitalidade perdida.

Portanto, se você tem a saúde em perfeitas condições, saiba que faz parte de um seleto grupo de "milionários" deste planeta. Não despreze esse fabuloso patrimônio, ele poderá fazer-lhe falta um dia. Cultive-o!
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Respeito aos idosos

Os maus-tratos destinados aos idosos são uma prática odiosa. Tratar com desdém e, muitas vezes, com violência as pessoas mais velhas é absolutamente repreensível.

O corpo físico está sujeito às leis da natureza e, portanto, fadado a envelhecer. Vai acontecer com todos, mesmo com os mais fortes e inteligentes. Apesar dos avanços da medicina, a velhice não pode ser evitada.

Entretanto, os "cabelos brancos" não representam apenas fragilidade orgânica. São, também, sinônimo de experiência. Essa "bagagem" pode e deve ser aproveitada. Não é sensato começar projetos a partir do "zero", quando é possível haurir o conhecimento daqueles que já vivenciaram muitas situações parecidas e são capazes de fornecer valiosos conselhos. Essa maneira de proceder vale para todos os aspectos da vida: profissional, acadêmico, pessoal, etc.

Devemos respeito aos mais velhos não só pela sua condição física mais frágil, mas, sobretudo, porque foram eles que, de uma maneira ou de outra, abriram os caminhos para que os mais jovens pudessem chegar onde estão.

Que os moços de hoje nunca esqueçam que serão os idosos do amanhã e, quando esse momento chegar, também vão querer ser tratados com dignidade.

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sábado, 6 de setembro de 2008

Está desempregado? Não desista!

O mercado de trabalho brasileiro anda meio hostil ultimamente. Mesmo os profissionais mais capacitados têm encontrado dificuldades para conseguir emprego. Longos anos de estudo "esquentando" os bancos de instituições educacionais são reduzidos a nada.


Entretanto, esse quadro não deve ser motivo de desespero. Com o uso da criatividade e da força de vontade, pode-se alcançar bons resultados. Se sua área de capacitação não permitir que você consiga o seu "ganha-pão", mude de setor. Informe-se sobre as necessidades do mercado de trabalho local, faça cursos de capacitação em outras áreas e fique atento às oportunidades.


Caso não encontre uma atividade que esteja "à altura" de sua formação, não seja orgulhoso. Dizem que "quem está precisando, não pode escolher muito". Se for o caso, inicie por uma atividade mais simples e com menor salário para depois alcançar degraus mais elevados. Sem trabalhar você ficará longe do circuito profissional e verá suas aptidões atrofiarem pela falta de prática. Além disso, na maioria das vezes, é melhor ganhar pouco do que não ganhar nada.


O mais importante é não desistir. Estude, faça pesquisas em jornais e na internet, visite empresas e seja otimista!



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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Investindo em renda variável

A maior parte dos brasileiros que tem algum dinheiro para investir costuma destiná-lo à renda fixa (poupança, fundos de renda fixa, fundos DI, CDB, etc). Temos por hábito evitar os investimentos de maior risco, sempre temendo perder o suado capital. Entretanto, agindo dessa forma, perdemos as boas oportunidades de auferir maiores ganhos com a renda variável.

Surge, então, a dúvida: Devo investir em renda variável? Para a maioria dos especialistas, a renda variável deve ser aproveitada para conferir um retorno mais expressivo aos investidores. No entanto, o percentual do capital a ser investido deve ser avaliado de acordo com a tolerância ao risco que o investidor tem, assim como considerado o horizonte de tempo disponível para esperar por uma recuperação em casos de grandes perdas no curto prazo.

E como investir? As maneiras mais populares são: a compra direta de ações (via home broker), através de clubes de investimento e, ainda, através de fundos de ações.
Quais ações devo comprar? A questão é bem complexa. As boas empresas do presente podem falir no futuro e as pequenas corporações de hoje podem vir a se tornar gigantes dentro de alguns anos. Alguns investidores baseiam seus movimentos no mercado acionário através do estudo dos gráficos de desempenho das ações (análise técnica), outros estudam os fundamentos das empresas, o mercado em que atuam, balanços, etc (análise fundamentalista). Ambas requerem muito estudo para que se obtenha um bom desempenho no longo prazo.
Contudo, para aquelas pessoas que não têm tempo nem disposição para um aprofundamento maior no assunto, alguns especialistas sugerem montar uma carteira de ações que replique um índice de mercado como o ibovespa (carteira hipotética composta pelas 66 ações mais negociadas na Bovespa) ou aplicar em um fundo de ações que faça isso pelo investidor (mediante o pagamento de uma taxa de administração). Outros, ainda, propõem a implementação de uma carteira composta de ações de empresas que, tradicionalmente, paguem bons dividendos. Da mesma forma que na opção anterior, pode-se aplicar o dinheiro em um fundo de ações que trabalhe com este mesmo objetivo, "de olho" nos dividendos.
Cumpre lembrar, também, que entrar "devagar" no mercado de ações tem se mostrado uma estratégia bem sucedida no longo prazo. A idéia é investir um pouco todos os meses, de maneira a construir um bom preço-médio para as suas ações. Esta técnica vai fazer com que o investidor compre em períodos de baixa e também em períodos de alta e, no longo prazo, (provavelmente) terá conseguido um preço razoável para sua carteira.

Como sugestão final, deixo um reforço para o importante critério mencionado anteriormente: avalie sua tolerância ao risco antes de investir em renda variável. Invista somente aquela quantia que lhe permita dormir sossegado e levar a vida sem maiores preocupações com o sobe e desce das bolsas. Arriscar-se em demasia no mercado de ações pode fazê-lo perder saúde e tranqüilidade.

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