Em muitas ocasiões, comentários despretensiosos, ou mesmo aqueles movidos pelas melhores intenções, são interpretados de maneira equivocada pelos ouvintes. Em outras circunstâncias, pequenas estórias são absurdamente transformadas ao serem submetidas ao famoso "telefone sem fio", tomando proporções inimagináveis. Frequentemente, esses eventos geram constrangimentos para quem se vê envolvido nas "novas versões" daquilo que foi dito, bem como para o próprio autor da "versão original".
Não se deve tolher a espontaneidade de comunicação, nem limitar as manifestações pessoais ao estritamente necessário. No entanto, existe uma real necessidade de moderar os próprios discursos, sob pena de se ver magoado ou de magoar terceiros, ainda que tais consequências decorram de desdobramentos alheios à própria vontade, conforme acima mencionado.
Saber quando falar e (principalmente) quando não falar é uma grande virtude a ser perseguida (espero, um dia, alcançar este grau de consciência). Aproveito para repetir a frase que ouvi de uma sábia senhora acerca deste assunto: "A palavra é de prata e o silêncio é de ouro".

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Oi, passei pra conhecer seu blog, e desejar bom fds.
ResponderExcluirbjss
aguardo sua visita :)